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25Fev

O que é capsulite adesiva?

O que é capsulite adesiva?



Capsulite adesiva ou ombro congelado é quando se tem a diminuição da movimentação passiva ou ativa do ombro, ficando rígido e dolorido. É comum a ocorrência em pacientes entre 40 e 60 anos, sem predomínio de sexo, braço dominante e profissão.
 

A principal origem da Capsulite Adesiva do ombro (CAO) está diretamente relacionada ao tempo em que o paciente permanece com o ombro imobilizado, independente do fator que o levou a isso, diferente do que muitas pessoas imaginam, a CAO não tem ligação direta com algum trauma e sim com o tempo de recuperação. Na avaliação, verifica-se a dificuldade dos pacientes em realizar movimentos como flexão de ombro acima de 90º, abdução de ombro acima de 90º, rotação interna e rotação externa de ombro.
 

Entre as linhas de tratamento mais eficientes para CAO, encontra-se o Pilates, sendo indicado em uma fase mais tardia da patologia, e que tem como principal objetivo fortalecer a musculatura principal e adjacente do ombro, atuar em exercícios que aumentem a mobilidade glenoumeral, esternoclavicular, acromio clavicular e escapulocostal, levando como foco o rolamento, deslizamento, separação e giro articular. É importante executar exercícios que aumentem o alongamento/a flexibilidade da articulação, assim, será possível aumentar o comprimento dos tecidos moles que foram encurtados e aderidos durante a patologia, melhorando a amplitude dos movimentos do membro afetado. O tratamento com Pilates trás muitos benefícios para a cintura escapular do indivíduo, sendo o manguito rotador e o deltóide os principais responsáveis, melhorando a coordenação e a propriocepção do membro afetado.
 

O tratamento geralmente leva de 6 meses a 2 anos. Os pacientes relatam dor durante o processo em que estão recuperando a funcionalidade do membro afetado, sendo recomendado utilizar gelo no local, permanecer entre 15 a 20 minutos ou intercalar 3 minutos com gelo e 1 minuto sem gelo, e repetir por 3 a 4 vezes ao dia.
 

O objetivo é fazer com que o paciente retorne a atividades o mais breve possível, de forma eficaz e segura, mas com cuidado pois o retorno precoce pode agravar a lesão, podendo ocorrer um dano permanente.

DATA: 25 DE Fevereiro DE 2015 / CATEGORIA: Artigo

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